Revista Direitos Fundamentais & Democracia
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<p>Revista do Programa do Doutorado e Mestrado em Direito do UniBrasil, Direitos Fundamentais e Democracia. ISSN 1982-0496.</p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p>Centro Universitário Autônomo do Brasilpt-BRRevista Direitos Fundamentais & Democracia1982-0496<p>Os direitos autorais, dos artigos publicados na Revista, são do autor e da RDFD com os direitos de primeira publicação para a Revista. Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, com aplicações educacionais e não comerciais, de acordo com o creative commons.</p>NOVOS TEMPOS, VELHO REMÉDIO? OS RISCOS DA CLÁUSULA DEMOCRÁTICA NO SISTEMA INTERAMERICANO DE DIREITOS HUMANOS
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<p>Este artigo analisa criticamente a promoção da democracia pelo olhar do direito internacional, com base no mecanismo interamericano da chamada "cláusula democrática", com foco em sua atuação tanto diante da ruptura "clássica" da democracia (golpe militar) quanto das novas crises geradas pelo uso de julgamento políticos para interromper mandatos de presidentes tidos como impopulares.</p>Andre de Carvalho Ramos
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2020-12-152020-12-1525353110.25192/issn.1982-0496.rdfd.v25i32131A ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL NA PERSPECTIVA DO CONCEITO FUNDAMENTAL DE AÇÃO
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<p>O presente artigo analisa o conceito fundamental de ação com o objetivo de identificar o real sentido constitucional da ADPF, e em cotejo com a própria norma da Constituição, haja vista sua avaliação doutrinária quase sempre ser feita apenas com base na Lei 9.882/99, que é vista como criadora de uma espécie de controle concentrado de constitucionalidade. Identifica uma outra forma de bloqueio legislativo, além dos apontados por Rosalind Dixon na presente Revista, em sua análise sobre o “argumento central da forma fraca do controle de constitucionalidade”. O estudo sustenta que a norma constitucional da ADPF trouxe, em verdade, uma importante e inovadora garantia fundamental, de forma a enriquecer a jurisdição constitucional como instrumento de democracia participativa, mas que foi bloqueada pela sua regulamentação legal, exigindo ou uma alteração da lei ou o exercício da forma forte de controle de constitucionalidade por parte da Corte constitucional no sentido do resgate de sentido normativo.</p>Marcelo Barros JobimDirley da Cunha Júnior
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2020-12-152020-12-152537810810.25192/issn.1982-0496.rdfd.v25i31944EDITORIAL
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<p>Editorial</p>Editorial Revista RDFD
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2020-12-152020-12-152531410.25192/issn.1982-0496.rdfd.v25i32139AÇÃO, TIPICIDADE E CULPABILDIADE PENAL DA PESSOA JURÍDICA EM TEMPOS DE COMPLIANCE: UMA PROPOSTA INTERPRETATIVA
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<p><span style="left: 332.6px; top: 783.343px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.987928);">1. A incapacidade de ação e de culpabilidade da pes</span><span style="left: 803.6px; top: 783.343px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.939298);">soa jurídica </span><span style="left: 332.6px; top: 804.343px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.991763);">como pretenso obstáculo à possível existência da su</span><span style="left: 795.2px; top: 804.343px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.945497);">a verdadeira </span><span style="left: 332.6px; top: 825.543px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.968547);">responsabilidade penal. 2. A irrupção do Compliance</span><span style="left: 780.4px; top: 825.543px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.911277);"> no regime de </span><span style="left: 332.6px; top: 846.543px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.980461);">responsabilidade penal das pessoas jurídicas. Ident</span><span style="left: 772px; top: 846.543px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.93845);">ificação do seu </span><span style="left: 332.6px; top: 867.743px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.996227);">específico papel normativo. 3. Violação de deveres </span><span style="left: 787.799px; top: 867.743px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.950842);">preventivos e </span><span style="left: 332.6px; top: 888.743px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(1.01782);">crimes alheios: Os dois referentes básicos do tipo </span><span style="left: 752.4px; top: 888.743px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.978895);">objetivo do injusto </span><span style="left: 332.6px; top: 909.743px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.976415);">pelo qual a pessoa jurídica é responsabilizada. 4. </span><span style="left: 769.991px; top: 909.743px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.939169);">A existência de </span><span style="left: 332.6px; top: 930.943px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(1.00326);">infração preventiva coletiva (não individual) como </span><span style="left: 773.599px; top: 930.943px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.962284);">fundamento da </span><span style="left: 332.6px; top: 951.943px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(1.0365);">responsabilidade da pessoa jurídica. 5. Princípio d</span><span style="left: 758.8px; top: 951.943px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.997091);">a culpabilidade e </span><span style="left: 332.6px; top: 973.143px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(1.02451);">responsabilidade penal da pessoa jurídica: dolo ou </span><span style="left: 764.4px; top: 973.143px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.986104);">culpa da pessoa </span><span style="left: 332.592px; top: 994.343px; font-size: 18.4px; font-family: sans-serif; transform: scaleX(0.99805);">jurídica? </span></p>Alfonso Galán Muñoz
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2020-12-152020-12-1525317620810.25192/issn.1982-0496.rdfd.v25i32114CARVING A FAIR DEAL TO SECURE RIGHT TO EDUCATION WITHIN COPYRIGHT FRAMEWORK
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<ol> <li class="show">Introduction</li> <li class="show">Copyright law as a tool for promoting knowledge and education</li> </ol> <ul> <li class="show">Right to Education as a Human Right</li> </ul> <ol> <li class="show">Right to education <em>vis a vis</em> Copyright law</li> <li class="show">International effort to Balance the competing legal rights</li> <li class="show">Right to Education exception within the Indian Copyright law</li> </ol> <ul> <li class="show">Conclusion – Need to provide Affordable education</li> </ul> <p> </p>Yashomati Gosh
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2020-12-152020-12-1525328329710.25192/issn.1982-0496.rdfd.v25i32057PESSOA COM DEFICIÊNCIA E ATUAÇÃO PROCESSUAL:
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<p>O presente artigo traz como temática algumas peculiaridades sobre a atuação das pessoas com deficiência numa relação jurídica processual. O estudo foi realizado a partir de uma revisão de literatura da área jurídica e sociológica, acrescida da análise de legislações pertinentes ao tema, no intuito de alcançar seu objetivo quanto a definição da atuação da pessoa com deficiência num processo judicial como exercício de direitos fundamentais constitucionalmente garantidos e que hoje possuem respaldo em algumas ferramentas tecnológicas, digitais ou não, disponibilizadas no Judiciário brasileiro. Como resultado, a pesquisa traz a percepção quanto à existência de limites impostos (práticas jurídicas discriminatórias) e postos (potencialidades) às pessoas com deficiência, mesmo sendo o Brasil signatário de um Estatuto extremamente avançado e de ter a Convenção de Nova York com força de emenda constitucional em seu ordenamento. Por fim, aspira-se o crescimento do direito antidiscriminatório como ponto fundamental para o começo da finalização das práticas que insistem em criar situações que impossibilitam a atuação dos sujeitos processuais.</p>Paloma Mendes SaldanhaLuiz Alberto David Araujo
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2020-12-152020-12-1525325828210.25192/issn.1982-0496.rdfd.v25i31881O DIÁLOGO INSTITUCIONAL E AS TEORIAS DA DEMOCRACIA: CONTRIBUIÇÕES DO MODELO DELIBERATIVO PARA A ARTICULAÇÃO ENTRE PODERES NO BRASIL
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<p align="center"> </p> <p class="Abstract">A crise das instituições democráticas vivida nos dias de hoje e o protagonismo judicial que se faz presente diante dessa fazem com que muitas vezes seja questionado o modelo de democracia existente, sem que se discutam as teorias democráticas e a relação entre poderes que delas decorrem. Nesse sentido, partindo-se de uma lógica de articulação entre Poderes por meio do diálogo, questiona-se como o modelo de democracia deliberativo pode contribuir para uma melhor aplicabilidade da teoria dialógica no Brasil, por meio da argumentação e do debate. Utiliza-se, para tanto, o método dedutivo, consistente na pesquisa doutrinária, a fim de observar a relação que pode se estabelecer entre as teorias deliberativa e dialógica. Apresenta-se, em um primeiro momento, aspectos relativos às teorias da democracia, para se discutir, então, o modelo deliberativo de democracia e, por fim, a teoria do diálogo institucional e as contribuições da democracia deliberativa para sua otimização. Pode-se concluir, assim, que a adoção de uma postura deliberativa pode contribuir para uma melhor articulação entre Poderes e, consequentemente, para a realização de um debate que considere os melhores argumentos e um procedimento racional de tomada de decisões visando à efetivação de direitos fundamentais.</p>Maria Valentina de MoraesMônia Clarissa Hennig Leal
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2020-12-112020-12-11253324810.25192/issn.1982-0496.rdfd.v25i31268THE CANADIAN LIVING TREE DOCTRINE OF CONSTITUTIONAL INTERPRETATION
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<p>Este artigo tem por objetivo abordar os constrangimentos à interpretação constitucional à luz da metáfora da Árvore Viva do Direito Constitucional Canadense. O texto explora a metáfora da Árvore Viva em contraste com o Originalismo e a Constituição Viva desenvolvidas nos Estados Unidos. Como conclusão, o texto reconhece que a metáfora da Árvore Viva tem o mérito de propor uma harmonização entre rigidez e flexibilidade na interpretação constitucional. No entanto, de forma a conferir maior objetividade e constrangimentos à interpretação, ela deveria ser associada à consideração dos precedentes e interpretação incremental.</p>Luiz henrique Diniz Araujo
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2020-12-052020-12-0525316017510.25192/issn.1982-0496.rdfd.v25i31874A DINÂMICA DO FEDERALISMO BRASILEIRO NO TEMA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS, CONTROLE SOCIAL E A COVID-19
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<p>O objetivo desta pesquisa é discutir algumas particularidades decorrentes do sistema federalista brasileiro e sua dinâmica democrática, que acabam criando obstáculos tanto na tomada de decisão, quanto na implementação e controle social de políticas públicas, passando por um breve debate acerca dessa engenharia no caso COVID-19. Nesse sentido, o problema que se apresenta é: de que forma a engenharia do federalismo no âmbito de sua repartição de competências no Brasil impacta no tema das políticas públicas e na tomada de decisões em termos de políticas públicas sociais e controle social? Que respostas o federalismo brasileiro apresenta sobre a COVID-19? A hipótese é que o federalismo no caso brasileiro vai desde uma descentralização teórica a um modelo “cooperativo” predatório, mostrando-se extremamente relevante ao tema das políticas públicas sociais, inclusive para seu controle. Contudo, quando se trata de federalismo, há espaços para decisão, e decidir de forma cooperativa e articulada na engenharia do federalismo brasileiro é necessário e emergente, como indica o caso da COVID-19. O método do estudo é o dialético, e a pesquisa, bibliográfica.</p>Caroline Müller BitencourtDenise Bittencourt Friederich
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2020-12-052020-12-05253497710.25192/issn.1982-0496.rdfd.v25i32058SÚMULA 611 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA: ATIVISMO JUDICIAL E O RISCO À INVIOLABILIDADE DA INTIMIDADE, DA VIDA PRIVADA, DA HONRA E DA IMAGEM DAS PESSOAS
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O presente artigo objetiva analisar a influência da principiologia pós-moderna sobre os conceitos jurídicos indeterminados e o ativismo judicial, a fim de verificar a constitucionalidade da Súmula 611 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no âmbito do Estado Democrático de Direito. Com esse intuito, são investigadas a principiologia jurídica pós-moderna e sua influência no surgimento do ativismo judicial; a definição de judicialização e a distinção entre ativismo judicial, livre convencimento motivado do juiz e pró-atividade judicial; e a definição e a inserção dos conceitos jurídicos indeterminados prudência e discrição na Súmula 611 do STJ como forma de afastar sua eventual inconstitucionalidade. A pesquisa justifica-se no fato de que a hermenêutica jurídica pós-moderna possui características específicas, vez que, diante dos conceitos jurídicos indeterminados, exige do operador do Direito uma postura altamente construtiva do conteúdo semântico dos enunciados prescritivos, ambiente fértil para o surgimento do ativismo judicial. Para a obtenção dos resultados almejados pela pesquisa, o método de abordagem seguido será o empírico-dialético, utilizando-se de pesquisa bibliográfica, legislativa e jurisprudencial, tendo como pano de fundo um sistema de referência pautado no giro linguístico, representado por meio do Constructivismo Lógico-Semântico de Paulo de Barros Carvalho. Em conclusão, aponta-se que a Súmula 611 do STJ, enquanto desprovida da inclusão da prudência e da discrição na realização das investigações preliminares, revela-se inconstitucional.Ewerton Ricardo MessiasValter Moura do Carmo
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2020-12-052020-12-0525320923110.25192/issn.1982-0496.rdfd.v25i31616