A BIOPIRATARIA DOS CONHECIMENTOS TRADICIONAIS FRENTE A (IN) EFICÁCIA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE PROTEÇÃO À PROPRIEDADE IMATERIAL NO BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.25192/ISSN.1982-0496.RDFD.V.31.I.2741Resumo
O presente artigo surge de uma análise da proteção do conhecimento dos povos e comunidades tradicionais brasileiras, considerado um patrimônio cultural imaterial, alvo da prática denominada biopirataria. O trabalho visa analisar os institutos jurídicos brasileiros que tutelam os saberes dos povos e comunidades tradicionais brasileiras, bem como realizar uma análise crítica da problemática da biopirataria dos saberes ancestrais de domínio destas comunidades. Nesse sentido, parte-se do seguinte problema: A que ponto as políticas públicas brasileiras tutelam os saberes ancestrais dos povos e comunidades tradicionais frente ao avanço da biopirataria global? Para o desenvolvimento e estruturação do texto, a abordagem foi através do método dedutivo, utilizando como método de abordagem o sistêmico-complexo, visto o caráter transdisciplinar da temática. Quanto ao método de procedimento, foi utilizado a pesquisa bibliográfica. Como resultado final percebe-se que o Brasil carece de uma análise das legislações de tutela sobre o tema e combate efetivo da biopirataria.
Palavras-chave: Biopirataria. Neocolonismo. Povos e Comunidades Tradicionais. Propriedade Cultural Imaterial.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Marcelo Trindade da Fonseca, Jeronimo Siqueira Tybusch

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Os direitos autorais, dos artigos publicados na Revista, são do autor e da RDFD com os direitos de primeira publicação para a Revista. Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, com aplicações educacionais e não comerciais, de acordo com o creative commons.

